Yemanjá é violentada por seu filho Bara Exú

O orixá Yemanjá tinha vários filhos orixás e um deles era Bara Exú, seu filho, se encantou por sua beleza e tomou-a a força, tentando violentá-la. Uma grande luta se deu, e bravamente entre filho (Bara Exú) e a mãe Yemanjá que resistiu à violência do filho que, na luta, dilacerou os seios da mãe. Enlouquecido e arrependido pelo que fez, Exu “saiu no mundo” desaparecendo no horizonte.

Caída ao chão, Yemanjá entre a dor, a vergonha, a tristeza e a pena que teve pela atitude do filho Exú, pediu socorro ao pai Olokum (senhor dono dos mares) e ao criador Olorum (Deus).
E Iemanjá com os seus seios dilacerados, a água, salgada como a lágrima, foi saindo dando origem aos mares. Exu, pela atitude má, foi banido para sempre da mesa dos orixás, tendo como incumbência eterna ser o guardião, não podendo juntar-se aos outros na corte.

Por isso Yemanjá é representada na imagem com grandes seios, simbolizando a maternidade e a fecundidade.

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